Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público ressalta o impacto das mobilizações de servidores públicos

Agência Servidores, Entrevistas, No Congresso, Pelo País, Serviço Público

Em entrevista exclusiva à Agência Servidores, o deputado federal Professor Israel Batista (PV-DF) relata como o Congresso Nacional tem enxergado as movimentações dos servidores públicos e suas entidades. O parlamentar, que preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público (Servir Brasil), diz que “todas as vitórias que conseguimos foi porque alguma categoria do serviço público se mexeu”, lembrando da última carreata que policiais realizaram, contra a reforma administrativa, tendo o apoio das mais diversas entidades do serviço público.

Israel lembra que, mesmo num momento de isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, o cidadão precisa permanecer atento e crítico aos passos dos parlamentares, promovendo carreatas, tuitaços, enviando mensagens para as redes sociais dos relatores, dos deputados e senadores do seu estado. O deputado relata que, após enquete promovida no site do Senado, com forte participação dos servidores, a Frente notou “muitos senadores mudando de opinião”, reforçando que “ações simples como essa podem ter um impacto que a gente nem imagina”.

Segundo ele, o Congresso “respeita a sociedade civil organizada”. O parlamentar ressalta que, muitas vezes, deputados e senadores não estudam os textos, por enxergarem uma falta de mobilização contra algum tema. Mas, “se eles começam a receber manifestações de servidores públicos de suas bases eleitorais, passam a buscar entender melhor o que está acontecendo”, podendo até mudar sua visão sobre o tema.

O professor diz também que o atual presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), “é um homem do diálogo”. Israel argumenta que os representantes da Servir Brasil têm tido um espaço para debater na Casa, mesmo que ele e Lira tenham visões políticas distintas, relatando como um avanço o fato da Frente ter conseguido impedir com que a PEC 32 fosse direto ao plenário, como queria o governo federal. A PEC foi parar nas comissões, antes de ir a plenário.

 

Assista a entrevista completa logo abaixo:

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