Protesto de servidores contra pacote do governo acaba em confronto entre manifestantes e polícia em Porto Alegre

Entidades em Ação

Fonte: G1

Presidente do Cpers diz que foi atingida por um cassetete de um policial do choque. Brigada Militar usou spray de pimenta para conter grevistas que tentavam entrar no Palácio Piratini.

O protesto de professores e outros servidores públicos contra o pacote do governador Eduardo Leite (PSDB), em frente ao Palácio Piratini, no Centro de Porto Alegre, teve confronto entre manifestantes e Brigada Militar.

Onze pessoas ficaram feridas e foram levadas ao Hospital de Pronto-Socorro (HPS), segundo a Secretaria Municipal de Saúde. O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers) diz que, entre elas, estão três membros da direção central.

Já a Secretaria de Saúde informa que 11 pessoas, entre professores e alunos, foram atendidas com lesões por cassetete e irritação por gás de pimenta no Hospital de Pronto Socorro. Nenhuma com ferimento grave.

A intervenção da tropa de choque iniciou quando alguns grevistas derrubaram a barreira e tentaram entrar junto à comissão de negociadores. Por volta das 16h, os policiais usaram gás de pimenta e golpes de cassetete para conter as pessoas que tentavam ingressar no prédio.

Na confusão, a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer, diz que foi atingida na cabeça. Ela se reuniria com o secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, que representava o governador Eduardo Leite.

Conforme a assessoria do sindicato, Helenir passou pela triagem e vai passar por uma tomografia.

“Pedimos uma audiência para entregar uma carta pedindo a retirada do projeto. Fomos recebidos com uma cacetada na cabeça do choque. Não viemos aqui para dar motivo para o governo dizer que aquela casa tem que aprovar o projeto”, disse Helenir, apontando para a Assembleia Legislativa, onde tramitam oito projetos com alterações nas carreiras do funcionalismo público.

Em nota publicada após o incidente, o governo do RS disse que houve tentativa de invasão ao Palácio Piratini, e que o governo se dispôs a receber uma comissão dos professores. Leia na íntegra abaixo.

Ela pediu, em seguida, que as pessoas recuassem e se posicionassem na Praça da Matriz, próximo ao local. “Nosso único objetivo é defender a escola pública”, gritava.

Os manifestantes se reuniram no começo da tarde para uma assembleia geral. Além do Cpers, outros seis sindicatos de classe aderiram à manifestação. Desde o dia 18, professores da rede estadual aderem à greve, que já dura mais de uma semana.

Sem acordo algum, a greve deve ser mantida nos próximos dias, diz a professora Cândida Rosseto, secretária da Direção Central.

“Nossa greve tem dois eixos. Um deles é o pacote. Mas o número um é o atraso e o parcelamento. Essa miséria que a categoria vive é uma forma de violência.”

Link da fonte original da Notícia no G1 – https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2019/11/26/protesto-de-servidores-contra-pacote-do-governo-acaba-em-confronto-entre-manifestantes-e-policia-em-porto-alegre.ghtml?utm_source=push&utm_medium=app&utm_campaign=pushg1

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